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sexta-feira, outubro 28, 2005

Bor Land - adulta aos 5 anos

 pelO Puto 


Uma editora exemplar, com independência, com atitude, com ousadia.
Comemora 5 anos em Outubro do ano de maior actividade e maior consagração, e lança uma colectânea representativa do seu catálogo invejável e de novas propostas.
Através da edições nas áreas do rock, jazz, pop, pós-rock, folk, neo-country, experimentalismo, psicadelismo e outras vertentes, distingue-se pela divulgação de novos projectos nacionais e pelo impecável trabalho gráfico (design e package).
Longa vida à Bor Land! Venham mais 5 (pelo menos)!
http://www.bor-land.com/

22 Comments:

Blogger Spaceboy disse...

Uma editora que tem exercido um trabalho exemplar! Já falei da compilação comemorativa destes cinco anos no www.hiddentrack.net
Que venham mais cinco anos, como dizes!

28/10/05 8:59 da tarde  
Blogger Ana disse...

Acho q temos mto para agradecer a esta editora. A Bor Land apostou nos novos valores portugueses e n se limitou a editá-los. A Bor Land está de parabéns pelo trabalho de dinamização e divulgação da música.
Aproveito para relembrar que os ölga estão já a produzir coisas novas. Ouvi dizer q o experimentalismo está ainda mais evidente e há uma série de fusões. Estou à espera do resultado...

28/10/05 10:59 da tarde  
Blogger membio disse...

é verdade, graças a esta editora conheci alguns artistas realmente fabulosos e estão mais uns quantos para conhecer ainda. Boa sorte para eles...

29/10/05 3:19 da tarde  
Blogger Kraak/Peixinho disse...

Puto :) Excelente este post! Ia mesmo escrever um post no kraak fm sobre a bor land! Parabéns para eles. Muito bom, de verdade. Acho que vou fazer uma referência a este post.

Hugzz

29/10/05 5:30 da tarde  
Blogger playlist disse...

Um verdadeiro exemplo!!Espero que dure,muitos e bons anos..

30/10/05 10:33 da manhã  
Blogger The Boy with the thorn in his side disse...

Uma editora séria, e com muito para dar à "nossa" música, que bem percisa! Parabéns!

31/10/05 1:50 da manhã  
Blogger FDV disse...

cinco anos de qualidade sonora acompanhada por trabalho gráfico irrepreensível.

[fica a nota, que coloquei no post das paredes oblíquas, sobre o duplo can take you anywhere you want, disponível para download na página da editora.]

sirvam os vossos ouvidos!

cumprimentos.

31/10/05 2:02 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Geração Perdida. Vamos fazer uma espanholada?

Em qualquer país há pessoas inteligentes ou pelo menos com o dever de orientar as outras (multidões se quiserem). Num país como Portugal, tal não é novidade. No entanto, e mesmo que não vivamos numa época ditatorial, é constrangedor ver que as mesmas pessoas que transformaram esta pedaço da Europa algo de balofo em termos evolutivos (basta ver que o povo só quer novelas e vive da imagem para a imagem, sendo que se não fosse o d$inheiro da Europa não sei onde estaríamos), são os mesmos que apareçam agora como salvadores. Eu, na minha humilde opinião, só vejo uma salvação. Ela está mesmo aqui ao lado. Chama-se Espanha. Só falta conceder a bandeira e o hino. Por acaso, são as mesmas que não me dão de comer. Eu não me importo. E vocês?

wbraboy@yahoo.com

1/11/05 4:17 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

Ok: a Borland é uma editora com um bom trabalho feito a diversos níveis. O que me parece é que o post do puto assume um carácter bajulatório que não tem grande razão de ser! Ou se calhar terá, se pegarmos nas coisas pelo ponto de vista do post acima: somos um país tão miserável que qualquer pedra mínima a cair no charco faz um grande estardalhaço!

2/11/05 11:02 da manhã  
Blogger O Tipo disse...

A gerência pede desculpa por dizer bem de uma excelente editoria, que ainda por cima percebeu a importância de suportes de divulgação emergentes. Não se repetirá.

2/11/05 12:04 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

desculpas, obviamente, aceites! Dás-me exemplos de "suportes de divulgação emergentes"? É que os CDs que tenho deles são absolutamente normais, mudando, em alguns, o invólucro. Mas, obviamente também, não sei (nem quero, ufff!) saber tudo, por isso te peço exemplos.

2/11/05 1:21 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

"...não sei (...) saber..."(sic)
O português não foi muito bem tratado, peço desculpas à gerência!

2/11/05 1:23 da tarde  
Blogger O Tipo disse...

Exacto, os CDs que tens deles são absolutamente normais, mas, lá está, isso é exactamente o que as outras editoras que estão contra o mp3 e o efeito da distribuição e divulgação na www acham. Só uma abordagem integrada (atrevo-me a dizer usando um palavrão dos transportes "multi-modal") dos vários suportes existentes levará a uma potenciação da aceitação por parte do público. c.q.d.

2/11/05 1:44 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

Encontrei um artigo que me parece porreiro juntar à discussão. Encontram-no no link:
http://discodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=15960

2/11/05 2:34 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

Mais um link pertinente:
http://www.rtp.pt/programas/index.php?article=1050&visual=4

2/11/05 2:36 da tarde  
Blogger O Tipo disse...

Apesar dos novos formatos/suportes, permitindo assim comprar músicas "avulso" (o que também leva à discussão da efemeridade da música), continuo a achar que quando uma banda faz um álbum tem (espero eu) uma linha condutora na cabeça. Senão acontece uma situação que este ano me é muito recorrente que é estar a ouvir um álbum, as 2/3 músicas são muito boas e a partir daí é sempre a descer, ou o álbum é tão grande que se torna uma valente seca. Independentemente disso, acho importante (e louvável) que uma editora utiliza a www como estratégia de push da sua música.

2/11/05 5:03 da tarde  
Blogger O Puto disse...

Lembro que o formato álbum é relativamente recente, pois antes disso também reinava o single. Mas habituei-me ao conceito de álbum e vai-me custar a abandoná-lo, se isso vier a acontecer. Mas quem se habituou a valorizar essa obra, que, a ser bem considerado, tem sempre algo de conceptual, talvez terá também alguma dificuldade a aceitar essa possível extinção. Serão os compradores sistemáticos de faixas verdadeiros apreciadores de música enquanto identidade do autor?
Quanto a estratégias das editoras na www, isso envolve apenas a mudança de suporte.

2/11/05 6:19 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

É engraçado pensar nisto: os formatos "single" e "lp" apareceram pela evolução da tecnologia: o vinil até determinada época só permitia, se não estou em erro, uns 4 minutos de gravação (as primeiras sinfonias gravadas pela Deutsch Gramofone eram constituídas por umas 8 ou mais rodelas de vinil, e, a cada andamento, eram cortadas as repetições para que coubessem nesses escassos minutos de gravação).
Então, com a possibilidade da www, onde a duração de uma obra musical poderá ser, num caso extremo, practicamente infinita... mas é melhor nem pensar nisso: já imaginaram uma obra infinita do Marco Paulo (nada contra o homem, é só um exemplo)!

2/11/05 7:14 da tarde  
Anonymous Anti-Spam disse...

Temos aqui alguém muito "empenhado" em promover o seu recente blog! Muito bem falante e tal! Pena é o seu blog não ter conteúdo!

2/11/05 8:34 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

3/11/05 12:18 da tarde  
Blogger Kushinada San disse...

gostava que o referido sujeito inumerasse as suas aquisições via bor land e se as acha tão normais que diga as suas razões.............

4/11/05 3:43 da tarde  
Blogger Ikebana disse...

penso que essa me é destinada. quando utilizei a palavra normal referia-me tão somente ao suporte de divulgação utilizado pela editora, capisce? quanto ao material que possuo da bor-land:

old jerusalem "april" e "twice the humbling sun"; the unplayable sofa guitar "rocky grounds, big sky"; starlux "i've been there"; rose blanket "rose blanket"; ölga "ö"; alla polacca "not the white e.p."; norton "pictures from out thoughts"; in her space "no body needed".

repito: é uma editora com um bom trabalho feito. o que me faz confusão são os exageros.

4/11/05 4:08 da tarde  

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